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Após anos de atrasos, poderoso foguete europeu está pronto para lançamento

Planejado para baratear os lançamentos, Ariane 6 será a próxima geração de lançadores para missões institucionais e comerciais

Por Luiz Paulo Souza Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 4 jul 2024, 16h57

Em 2003, a estreia do foguete Ariane 5 proporcionou um grande avanço para a aeronáutica, sendo responsável por lançar missões importantíssimas, como o Telescópio Espacial James Webb. No entanto, desde a sua aposentadoria, em 2023, a Agência Espacial Europeia (ESA) estava sem um lançador robusto para chamar de seu. Agora, após anos de atraso, parece que isso vai mudar. No próximo dia 9 de julho, o Ariane 6 fará seu voo inaugural, abrindo novos horizontes para a ESA. 

A expectativa por esse momento era grande. Ele era planejado para ser lançado em 2020, mas problemas técnicos e a pandemia impediram que isso ocorresse. Agora, antes mesmo da inauguração, ele já tem 30 lançamentos agendados. “É um momento importante para a história espacial europeia e para a soberania da Europa” disse uma executiva do Centro Nacional de Estudos Espaciais francês, Carine Leveau

O que há de novo no Ariane 6?

O sucessor do Ariane 5 foi planejado para baratear as viagens, mas, fora isso, ele não conta com grandes upgrades. Ele será capaz de carregar algo entre quatro e 11 toneladas para o espaço, além de permitir que o segundo estágio seja ligado e desligado várias vezes, possibilitando que, após o uso, ele entre na atmosfera terrestre para não contribuir com a crescente quantidade de lixo espacial na órbita terrestre. 

Embora especialistas europeus comemorem a soberania e a independência que isso trás, em especial frente à crescente de conflitos geopolíticos, há quem critique a falta de inovação. A quantidade de carga que o foguete carrega não é muito superior ao seu antecessor e, na contramão das empresas privadas, a ESA não desenvolveu uma nave reutilizável. 

Para o diretor da ESA, no entanto, isso não será um problema. “[O foguete] é perfeito para o trabalho se você precisar lançar um satélite de quatro ou cinco toneladas”, disse Toni Tolker-Nielsen, em entrevista ao site especializado SpaceNews. “A Starship não erradicará o Ariane 6 de forma alguma.”

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