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Borrachudos podem ajudar no tratamento de inflamações

Cientistas descobrem uma proteína presente na saliva do inseto que, além de anticoagulante, ajuda a regular o processo de inflamação no organismo

Por Da Redação
Atualizado em 6 Maio 2016, 16h40 - Publicado em 9 abr 2012, 15h22
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  • O borrachudo é o nome popular de um pequeno mosquito que vive em regiões úmidas. No Brasil, são 50 espécies
    O borrachudo é o nome popular de um pequeno mosquito que vive em regiões úmidas. No Brasil, são 50 espécies (Thinkstock/VEJA)

    Cientistas da Universidade da Georgia, nos Estados Unidos, encontraram uma utilidade para os borrachudos, conhecidos pela picada dolorida. Os pesquisadores descobriram que os insetos podem ajudar no combate ao processo de inflamação. O trabalho foi publicado no periódico PLoS One.

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    BORRACHUDOS

    Os borrachudos são pequenos insetos voadores da família Simuliidae. Gostam de locais úmidos, de preferência próximos a riachos e cachoeiras. Impressionam pela quantidade e pela picada, que pode causar alergia. O borrachudo transmite a oncocercose, uma doença parasitária que causa lesões na pele e secreção nos olhos.

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    ELASTASE

    A elastase é uma enzima responsável pela degradação das fibras elásticas. Ela ajuda a determinar as propriedades do tecido conjuntivo, que dá sustentação e preenchimento ao corpo humano.

    CATEPSINA

    As catepsinas são proteínas que quebram outras proteínas e são encontradas em todos os animais.

    Para que os insetos se alimentem do sangue humano, eles precisam superar uma série de mecanismos de defesa do organismo presentes no sangue. Por exemplo, a saliva desses insetos possui anticoagulantes para aumentar a velocidade do fluxo de sangue no local da picada.

    A equipe do entomologista Don Champagne descobriu que uma proteína presente na saliva do inseto e que inibe a formação de coágulo no sangue também controla o processo de inflamação por meio de duas enzimas, a elastase e a catepsina G.

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    Os cientistas acreditam que a descoberta pode abrir caminho para a criação de medicamentos para tratar, por exemplo, pacientes que se recuperam de doenças do coração. “A inflamação é uma das principais causas de lesão nos tecidos em doenças vasculares”, disse Champagne. “A ideia de um único fator capaz de inibir o coágulo e a inflamação ao mesmo tempo é muito interessante e inovadora.”

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