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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco e Pedro Jordão. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

Os governadores que subirão ao palanque de Bolsonaro no domingo

Tropa de aliados confirmados para o próximo domingo, 29, é mais enxuta que a da manifestação de abril deste ano

Por Isabella Alonso Panho Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 27 jun 2025, 21h36 - Publicado em 27 jun 2025, 19h53

No próximo domingo, 29, o ex-presidente Jair Bolsonaro subirá ao palanque na avenida Paulista outra vez em uma manifestação ao lado de correligionários e apoiadores. O momento é sensível para o ex-mandatário: nesta sexta, 27, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes abriu prazo para que os réus do caso do golpe de estado apresentem suas alegações finais, encerrando a etapa de produção de provas rumo ao desfecho da ação penal que pode condenar Bolsonaro.

De acordo com o pastor Silas Malafaia, quatro governadores confirmaram que estarão presentes: Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), Romeu Zema (Novo-MG), Claudio Castro (PL-RJ) e Jorginho Mello (PL-SC). A tropa é um pouco mais enxuta do que a da última manifestação na Paulista. Há pouco mais de dois meses, no começo de abril, Bolsonaro reuniu sobre o seu palanque também Ratinho Junior (PSD-PR), Ronaldo Caiado (União Brasil-GO), Mauro Mendes (União Brasil-MT) e Wilson Lima (União Brasil-AM).

Um dos motivos que justifica o quórum era a pauta da anistia. Na ocasião, Bolsonaro apostava com mais força no avanço do projeto de lei que inocentava os condenados por invadir e depredar as sedes dos Três Poderes em Brasília — e, de quebra, deixava o passe livre para reverter suas condenações à inelegibilidade. Os governadores que, em abril, subiram ao palanque ao lado de Bolsonaro foram cotados como possíveis sucessores do ex-presidente, que, em troca, pretendia receber apoio deles para demover suas siglas a votarem a favor da anistia.

De abril para cá, as articulações do bolsonarismo foram tomando outro rumo e a questão da anistia perdeu força, principalmente pelo avanço rápido do caso do golpe no STF. O Zero Três, deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), admitiu em primeira mão durante entrevista a VEJA que pode se candidatar ao Planalto em 2026. O nome da ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro, também passou a ser cogitado com mais ênfase. As duas movimentações levantam a possibilidade de que a sucessão do ex-presidente possa se dar dentro da própria família.

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