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Por José Benedito da Silva Materia seguir SEGUIR Seguindo Materia SEGUINDO
A política e seus bastidores. Com Laísa Dall'Agnol, Bruno Caniato, Isabella Alonso Panho, Heitor Mazzoco e Pedro Jordão. Este conteúdo é exclusivo para assinantes.

‘Protesto dos amordaçados’ tem bate-boca e ameaça de briga na Câmara

Parlamentares do PT e Psol tentaram tirar bolsonaristas da Mesa Diretora da Casa, local em que realizam protesto para pressionar pela anistia

Por Heitor Mazzoco Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO 5 ago 2025, 18h19

Enquanto deputados de oposição ao governo de Luiz Inácio Lula da Silva obstruem desde o começo da tarde desta terça-feira, 5, os trabalhos na Câmara dos Deputados para pressionar o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), a colocar em votação projeto de anistia aos presos e condenados pelo 8 de Janeiro, parlamentares de esquerda tentaram retirá-los da Mesa Diretora do plenário Ulysses Guimarães, o que se tornou um bate-boca com clima próximo de descambar para a agressão no Parlamento.

Em um dos momentos, o líder do PT na Câmara, Lindbergh Farias (PT-RJ), grita para os deputados do PL, que estavam amordaçados em protesto, saírem da Mesa Diretora da Casa. “Golpistas, vocês têm que sair daí”, disse o petista. “Vem me tirar”, respondeu diversas vezes Ubiratan Sanderson (PL-RS), ao dizer que a manifestação é pacífica. Tarcísio Motta (PSOL-RJ) afirmou que deputados bolsonaristas “não gostam de trabalhar”. Um funcionário da Câmara aparece tentando fazer um cordão para evitar maior aproximação entre os parlamentares adversários.

O que quer a oposição

Além da Câmara, há também paralisação no Senado. Os parlamentares oposicionistas defendem que o Congresso Nacional paute os projetos que tratam da anistia aos presos e condenados pelo 8 de Janeiro e o processo de impeachment do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). “Acabamos de ocupar a Mesa da Câmara dos Deputados. No Senado também senadores ocuparam a Mesa e não vamos deixar que o trabalho avance até que tenhamos respostas para nossos pleitos. Não podemos aceitar mais o Brasil da forma que está. Precisamos urgentemente da anistia”, disse o deputado federal Carlos Jordy (PL-RJ).

O estopim para a manifestação desta terça foi a decretação de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele não pode deixar sua casa e precisa manter tornozeleira eletrônica para ser monitorado. Por decisão de Moraes, o ex-chefe do Poder Executivo federal não pode receber visitas ou dar entrevistas. Uso de celulares também foi vetado. “Neste momento estou na tribuna e o plenário não está funcionando porque estamos fazendo uma obstrução total. Estamos dando um basta, um chega”, disse o parlamentar Gustavo Gayer (PL-GO).

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