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A crença do setor de serviços em reforma tributária patrocinada por Guedes

Representantes do setor enxergam possibilidade de troca do imposto sobre folha por tributo similar à CPMF

Por Victor Irajá Atualizado em 21 set 2022, 15h09 - Publicado em 21 set 2022, 14h58
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  • The new Brazilian Economy Minister, Paulo Guedes takes office during a ceremony in Brasilia, on January 02, 2019. - Brazl's President Jair Bolsonaro has appointed a free-marketeer, Paulo Guedes, as economy minister to push through reforms to bring down Brazil's swelling debt, mainly through privatizations, tax changes and encouraging foreign investment. (Photo by CARL DE SOUZA / AFP)
    O ministro da Economia, Paulo Guedes - (Carl de Souza/AFP)

    O presidente da Confederação Nacional de Serviços, Luigi Nese, vem defendendo, em conversas reservadas, a reeleição do presidente Jair Bolsonaro (PL) no pleito contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Representante do setor, ele vê em Bolsonaro a possibilidade da consolidação de seu projeto de reforma tributária que substitui o imposto sobre a folha de pagamentos por um tributo nos moldes da antiga Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira, a extinta CPMF, com alíquota entre 0,74% e 0,78%. O ministro tem repetido em encontros com empresários que outros setores terão as folhas desoneradas diante do aumento de arrecadação.

    Segundo o projeto de Nese, a contribuição patronal seria zerada e o imposto para os trabalhadores seria reduzido para uma alíquota entre 5% e 8% — dependendo do salário dos funcionários. A proposta conta com o apoio do ministro da Economia, Paulo Guedes, que evita entrar no assunto por sua impopularidade perante a população, às vésperas da eleição presidencial. O ministro, porém, trabalha com a hipótese de, num primeiro movimento, caso o presidente Jair Bolsonaro seja reeleito, desonerar apenas metade do imposto sobre folha em troca da nova CPMF, deixando a continuidade do projeto para outro momento.

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