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A ligação do vice da Câmara para Hugo Motta antes da decisão sobre anistia

Altineu Côrtes afirmou nesta terça-feira que vai pautar o projeto na primeira oportunidade que assumir a presidência da Casa

Por Marcela Mattos Materia seguir SEGUIR Materia seguir SEGUINDO Atualizado em 5 ago 2025, 20h16 - Publicado em 5 ago 2025, 18h46

O pronunciamento do vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes (PL-RJ), na manhã desta terça-feira, 05, marcou uma mudança de posicionamento em relação à dobradinha com Hugo Motta (Republicanos-PB) no comando do plenário.

Ao lado de aliados da direita, Altineu anunciou que irá pautar o projeto da anistia na primeira oportunidade que tiver de substituir Motta. O regimento da Câmara determina que o vice lidere os trabalhos sempre que o presidente se afastar da capital por mais de 48 horas. Em geral, as substituições ocorrem no caso de viagens ao exterior.

A decisão ocorre um dia após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decretar a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Antes do discurso, o vice da Câmara fez uma ligação para Hugo Motta. Na conversa, avisou que é crescente a pressão para que o projeto seja pautado e enfrente os votos em plenário. Altineu relatou ainda que ele próprio vem sendo alvo da pressão e que, na sua visão, a anistia é o principal caminho para a pacificação do país.

O deputado do PL também fez questão de ressaltar sua lealdade a Hugo Motta e garantiu que jamais tomaria qualquer atitude sem avisá-lo previamente.

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Altineu conquistou a vice-presidência da Câmara, em fevereiro deste ano, como parte do acordo para o PL apoiar a eleição de Hugo Motta. Desde então, correm especulações de que o deputado aproveitaria a cadeira presidencial para dar andamento a pautas de interesse da direita. Em conversas, porém, Altineu sempre negou essa possibilidade e jurou apenas levar a votação projetos chancelados pelo presidente.

Em abril, os oposicionistas conseguiram 264 assinaturas para a urgência ao projeto da anistia aos vândalos do 8 de janeiro – duas a mais que o mínimo. Hugo Motta, porém, jamais pautou o requerimento alegando que priorizaria projetos de maior interesse público, como os voltados à segurança pública.

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