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Vice de Bolsonaro, Mourão foi chefe militar na Região Sul

Ele integrou missão de paz em Angola, foi adido militar na Venezuela e conquistou a segunda patente mais alta do Exército

Por Da Redação Atualizado em 4 set 2018, 14h50 - Publicado em 4 set 2018, 11h29
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  • Antônio Hamilton Mourão, candidato a vice na chapa de Jair Bolsonaro à Presidência (Exército Brasileiro/Divulgação)

    O vice do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), general Hamilton Mourão, entrou em 1972 para a Academia Militar das Agulhas Negras, em Resende (RJ), por onde Bolsonaro também passou. Ele integrou uma missão de paz em Angola e foi adido militar na Venezuela. Conquistou a segunda patente mais alta do Exército e comandou a 6ª Divisão de Exército e o Comando Militar do Sul.  

    Mourão foi escolhido para ser vice de Bolsonaro em meio a uma disputa entre vários nomes, que incluía a professora de direito Janaina Paschoal e Luiz  Philippe Orleans e Bragança, descendente da família imperial brasileira.

    Mourão vai participar nesta terça-feira, às 15 horas, do primeiro debate com candidatos a vice-presidente da República, promovido por VEJA, com apoio do Facebook. Também estarão presentes Eduardo Jorge (vice de Marina Silva), Ana Amélia (vice de Alckmin) e Paulo Rabello de Castro (vice de Alvaro Dias). O encontro será transmitido pelo site de VEJA, pela página de VEJA no Facebook e também pela página oficial do Facebook Brasil.

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    Na Academia Militar das Agulhas Negras, Mourão foi declarado aspirante a oficial da Arma de Artilharia. Tem formação em altos estudos militares da Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e do Curso de Política, Estratégia e Alta Administração do Exército. Ainda como militar, tem curso de guerra na selva e é mestre de salto em paraquedismo.

    Recentemente, envolveu-se em polêmica ao afirmar que o brasileiro tem uma “herança de indolência” que vem da cultura indígena e uma “malandragem oriunda do africano”. Mourão, que se declarou indígena no registro no TSE, disse ter sido mal interpretado e que as referências não eram pejorativas. Em 2017, criou outra polêmica ao defender uma intervenção militar caso as instituições não solucionassem “o problema político” no país.

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